Blog em Branco


01/06/2009


Intercom Sul 2009

 A INTERCOM -Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - é um dos principais congressos de Comunicação do País, que tem por finalidade a iniciação científica de estudantes da área de comunicação.

   Na semana passada (28 a 30 de maio), aconteceu a Intercom Regional, em Blumenau SC, na FURB – Universidade Regional de Blumenau - onde reuniu estudantes de todo o sul. Eles apresentaram trabalhos no Expocom, em diversas categorias que abrangem as quatro habilitações: Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Produção Editorial.

   Aconteceram oficinas, apresentações de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) na Intercom Junior, atividades culturais com música, lançamentos de livros, lançamento da Oktoberfest e principalmente a integração entre os estudantes durante todo o evento.  

  As apresentações mantiveram um nível acadêmico bastante interessante, embora o nervosismo tenha atrapalhado algumas apresentações. Pelos comentários dos próprios estudantes, foi uma experiência interessante participar da Intercom, para adquirir conhecimentos, e experiência em apresentações e até mesmo na elaboração de projetos científicos.

  A lista dos vencedores está disponível no site da FURB: http://www.furb.br/intercomsul2009

Os vencedores da etapa regional, já estão automaticamente inscritos na etapa nacional onde apresentaram para outra banca de jurados o seu trabalho.

  O Intercom Nacional, XXXll Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, será em Curitiba na UP – Universidade Positivo – de 04 a 07 de setembro deste ano. Mais informações você encontra no site oficial: http://intercom2009.up.edu.br

 

 

Escrito por Waléria Pereira às 16h35
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09/04/2009


Bate-Papo com o jornalista Caco Barcellos em homenagem ao Dia Internacional do Jornalista

Nesta segunda-feira (06), o jornalista Caco Barcellos participou de uma entrevista em homenagem ao “Dia Internacional do jornalista” – 07 e abril – nos estúdios do Grupo Uninter.

 A entrevista teve a participação de Adriana Amaral, coordenadora de pós-graduação em jornalismo on line e Benhur Gaio, pró-diretor do EAD (Educação a Distância).

O tema abordado foi “O Jornalismo no século XXl”.

O jornalista diz negar sua trajetória com a criação do programa “Profissão Repórter”, que facilitou o acesso a fontes, e conta também sobre a resistência dos mais experientes na área, ao vê-lo contratando jovens sem experiência.

“Tenho uma forte preocupação com o programa profissão repórter, por que ele nega a minha formação. O jornalista só consegue fonte fácil depois de um tempo de trabalho e esforço, pelo menos sete ou 10 anos. Para daí chegar a um jornal importante no horário da noite. No caso do programa, começamos com profissionais sem experiência em tv já no horário nobre. Houve resistência para fazer o programa com os FOCAS (chamados assim por serem iniciantes na profissão), mas nós mostramos na prática, com a tentativa de provar que com a pouca experiência pode-se fazer um bom trabalho”, diz Caco.

   Em sua trajetória com o jornalismo investigativo, Caco Barcellos participou da cobertura de guerras, esteve em contato com o tráfico de drogas, além de muitas histórias comoventes no decorrer de sua carreira. “Desenvolvo a preocupação para contar de forma original com a importância de envolver as pessoas que estão em nosso país”, ressalta o jornalista.

   Na entrevista Caco Barcellos contou de que forma conseguiu a aceitação de colocar ao ar o programa na emissora de Tv, Rede Globo. Em uma de suas andanças investigando o tráfico de drogas, conheceu uma menina, Esmeralda, que tinha uma aparência magra e triste por ser usuária da droga, mas tinha um sorriso lindo. Ela ajudou na investigação que o Caco fazia na época.

  Após 15 anos ele a reencontrou, diferente do que era antes, estava mais “cheinha”, tanto que ele só a reconheceu pelo seu sorriso. Ela havia se formado em jornalismo.

  Estava prevista a apresentação do Mano Brown – rapper brasileiro – na praça da Sé em São Paulo, com público estimado de três milhões de pessoas. Esmeralda previa uma guerra para esse dia, mas ninguém deu ouvido a ela.

  Na hora do show, houve briga entre os policias e os jovens que ficaram de empurra-empurra na frente do palco. Gás, spray de pimenta, de madrugada até de manhã.

“Esmeralda já previa”, disse Caco, e não teve cobertura alguma. “No outro dia pela manhã, apareceu Esmeralda na redação com 10 fitas na mão, com toda a cobertura do fato. Ela atuou por fora da pauta, sem experiência e a matéria foi ao ar no mesmo dia a noite”, diz. Isso fez com que o programa ganhasse credibilidade diante dos mais experientes, e que levou o programa ao ar.

   Um dos convidados da platéia perguntou ao Caco com relação ao diploma do jornalista, se deve ou não ser exigido.

“O diploma vai se tornar uma coisa secundária. Do ponto de vista formal, o fundamental é o conteúdo de quem está escrevendo. Os tempos são novos. São tempos de reportagem. A gente vai fazer a diferença e os equipamentos vão ser melhores e vão nos ajudar. Por mais que a gente queira defender não vai mais ter sentido”, responde Caco.

  Ele fala que o grande diferencial dos jornalistas é o compromisso, em passar para as pessoas um jornalismo sério e responsável. E que o principal no jornalismo investigativo é que não pode haver polêmica.

“É fundamental que a gente tenha cada palavra comprovada, antes de levá-la para o ar. A história tem que ser verdadeira”, afirma o jornalista.

  Para Caco Barcellos a ótica ideal é contextualizar o fato e informar com qualidade.”Quem chega tem que mostrar competência”,ressalta ele.

  Por fim ele fala da função dos jornalistas para com as pessoas.

“É o nosso papel social, sair por aí levando informação para as pessoas traçarem melhor o seu destino. Nós somos os garimpeiros. Devemos fazer esse trabalho com muita competência”, finaliza Caco Barcellos.

 

 

 

Escrito por Waléria Pereira às 17h40
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31/03/2009


A Lanterna

    Na última sexta-feira, 27, aconteceu o lançamento do curta metragem “A Lanterna” na Cinemateca de Curitiba, sob a direção de Almir Correa e Produção da Zoom Elefante.

Um filme de terror que conta a história de um rapaz que assassinava pessoas e as ressuscitava com a luz de uma lanterna. Quatro personagens fizeram parte da trama.

    A Lanterna foi uma produção independente do próprio Diretor Almir Correa, em que foi gravada durante várias semanas. Alguns imprevistos ocorreram no meio do caminho, que tiveram que reiniciar a gravação, porém deu tudo certo. “Foi Legal. A gente tentou fazer um roteiro que não tivesse uma leitura única, que tivesse a possibilidade de o próprio espectador ligar as coisas. Você pode tirar alguma coisa do filme fazer algumas interpretações”, diz Almir.

    Ao final do filme, o terror saiu de cena e passou a fazer parte da platéia. Uma menina que assistia ao filme ao lado de seu pai, com suas mãos sobre os olhos disse: “Pai, diz quando acabar”. Ela assustada nem assistiu ao filme, só fez companhia a seu pai, mas o cinema parou quando ela mostrou seu sentimento através dessa frase tão sincera.

    Os próximos planos para o curta são de participar de festivais, bem como o São Paulo Terror. 

    Almir Correa contou um pouco sobre os novos projetos, onde se insere animação, um projeto no Anima TV – “Carrapatos e Catapultas” que ficará pronto até novembro. O intuito segundo Almir, é que torne-se uma série  de animação. Ele também está com um projeto de roteiro, Cheirando Minha Mãe,”é um roteiro muito sacana, mas eu gosto de fazer essa coisa meio provocativa, e vamos tentar futuramente produzir”, diz Almir.

   Mas como não poderia deixar passar em branco, Almir falou sobre a difícil carreira no cinema do Paraná, até fez uma crítica a respeito do público local. “Acho complicado aqui no Paraná, realmente o pessoal não vai ao cinema, principalmente nacional. Aqui em Curitiba as pessoas se interessam apenas pelo dinheiro que terá para produzir”.

   Uma das coisas que Almir ressaltou foi a formação de panelinhas, onde cada qual prestigia o seu evento, não dando oportunidade a outros profissionais mostrarem seu talento. “Enquanto tiverem essas panelinhas, não haverá uma política cultural, não vai ter nada de vídeo, cinema , artes plásticas na cidade. Onde está Curitiba  no cenário nacional, artisticamente falando?

   “Acho que a gente está fazendo um trabalho sério e aos pouquinhos as coisas vão acontecendo. É um trabalho que tem que ter 10% de talento e 90 % de persistência. É uma batalha”, finaliza Almir.

   Vale pensar nas citações do Diretor e Produtor Almir Correa. Os jovens que estão iniciando neste ramo, devem estar atentos as panelinhas e saberem valorizar e admirar o trabalho do outro. Afinal, em algum momento, você vai querer mostrar o seu trabalho, não vai?

 

 

  

 

 Foto: Johnny Isac

 

Escrito por Waléria Pereira às 17h42
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24/03/2009


De Delisiée Teixeira, jornalista, a Delisiée Marinho, atriz do Festival de Teatro de Curitiba.

   A jornalista e agora atriz Delisiée, adotou o Marinho como nome artístico após mudar de segmento profissional.

Atuou como Delisiée Teixeira durante seu trabalho como jornalista. Foi repórter da RPC na editoria de esportes por 10 anos e no Sportv em São Paulo por dois anos e meio, onde participou na cobertura de eventos internacionais como os Jogos Olímpicos de Atenas, ginástica artística, mundiais, Jogos Pan-americanos. “O jornalismo foi a minha base, me abriu portas maravilhosas”, diz a atriz.

  Seu amor pelas artes sempre esteve presente. Delisiée Marinho conta que gostava muito de viajar e sempre foi amante do cinema, da televisão e do teatro. Se destacou na televisão com o jornalismo, que foi seu contato inicial com a comunicação. Quando se mudou para São Paulo, aliou o jornalismo com as aulas de teatro. Decidiu optar pela nova profissão, por não aceitarem uma jornalista-atriz. “Quando vi a possibilidade de me profissionalizar no teatro não pensei duas vezes. Amo teatro, amo cinema e o Brasil é craque em fazer televisão”, completa.

  Perguntei a Delisiée a importância do jornalismo e do teatro em sua vida hoje.

“Tenho muito orgulho e ótimas lembranças do que fiz no jornalismo. Me ensinou a entender melhor o ser humano e também a entender melhor os textos que leio e interpreto. Agora estou atuando não só com a técnica do teatro, mas com a experiência de vida e coração aberto”.

 Com apenas um ano de formação pela escola Globe SP, já participou como atriz de algumas peças, estreou como roteirista e assistente de direção no espetáculo “Estrelas do Futuro”, l Encontro de Responsabilidade Social, com a participação de Ana Maria Braga. No cinema Delisiée participou de dois curtas metragens. Alguns desses trabalhos pode realizar ao lado do namorado e também diretor Ricardo Rizzo. “O Rizzo tem me ensinado muito e dado todo apoio que necessito para começar bem essa nova carreira. É um namorado companheiro e paciente. Mas, muito exigente como diretor”, ressalta Delisiée.

   A nova atriz participou da 18ª edição do Festival de Teatro de Curitiba na Mostra Fringe com a peça Bodas de Sangue. A peça esteve em cartaz dos dias 19 a 22 deste mês, na Casa Vermelha no Largo da Ordem, pela Globe SP e Cia Ponto G.

 Bodas de Sangue é uma montagem de 1933 que foi realizada no Teatro Beatriz em Madri pela Cia de Josefina Dias de Artigas. Somente em 1938 a peça foi reconhecida e fez grande sucesso, com a direção de Marcel Herrand e a Cia Rideau de Paris. Em 1973 Bodas de Sangue veio para o Brasil, uma tragédia dirigida por Antunes Filho.   E hoje é um dos textos mais celebrados de Federico Garcia Lorca com a direção e adaptação de Ricardo Rizzo. 

“Uma história de amor, com personagens envolvidos em conflito de sangue. Um texto instigante com grande beleza poética. Uma mãe amargurada, viúva, receosa pela vida do único filho que lhe restou. Um filho ansioso, e apaixonado por sua bela e delicada noiva. Um homem casado, mas preso a um amor antigo. Uma mulher dedicada, porém não correspondida (Delisiée Marinho). Um pai, que só pensa em expandir as fronteiras de suas terras. Uma noiva dividida entre o casamento estável e a paixão arrebatadora que a consome. Um casamento. Uma traição. O ápice da peça acontece no dia das bodas. Leonardo, único personagem com nome próprio na peça decide relembrar o passado e seduzir a noiva, sua ex-namorada. No meio da cerimônia do casamento, eles fogem” sinopse.

  Delisiée conta como foi mostrar para o público de Curitiba o seu lado atriz. “O teatro nos ensina a começar tudo do zero, a sermos pessoas generosas e dedicadas. Foi difícil me desprender do que já havia conquistado como jornalista. Mas fiquei muito feliz com a receptividade, a curiosidade dos curitibanos e ex-colegas de trabalho”.

  Mas ela não deixou completamente o jornalismo de lado. Faz a Assessoria de Imprensa da Cia, na qual atua. “Mas sem compromisso”, diz. Quer se concentrar e crescer na carreira de atriz.

  Seus próximos planos como atriz, são de continuar com a peça Bodas de Sangue, mas já estudando outras oportunidades, e fazendo wokshops para se aperfeiçoar cada dia mais.

  Por fim pergunto a ela como é passar de repórter a entrevistada. Ela já sabe como fazer. “É engraçado, estranho, mas a gente se acostuma, como tudo na vida (sorri). Acho que tenho uma vantagem, conheço a forma de pensar dos jornalistas e o produto final que desejam. Mas sou muito natural a frente de uma câmera”.

 

Agradecimentos:

A peça foi maravilhosa. Transmitiu a platéia muita emoção, nos prendendo diretamente a cada cena.

Agradeço muito a Delisiée, por ter me concedido esta entrevista. E pelo carinho desde o primeiro contato.

 

 

 

 

Escrito por Waléria Pereira às 15h35
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18/03/2009


Festival de Teatro de Curitiba

Céu

 

Acontece de 26 a 29 de março no Festival de Teatro de Curitiba, a peça Céu, pela Volátil Cia de Teatro UNINTER.

Um conto em que duas personalidades, José e Cicinha, interpretados por Bruno Laurindo e Mileine de Sena, contam um pouco sobre amor, sob o prisma da realidade e do imaterial, fundindo a linguagem teatral e audiovisual na concepção cênica.

Uma interação entre cinema e teatro com duração de 25 minutos, sob a Direção de Geisa Mueller e Catarina Dias, Texto de Fernanda Jungles, Direção de Fotografia de Julio Cezar Siqueira e Fotos de Rubens Vieira.

Durante todo o festival acontece uma exposição fotográfica no mesmo local da peça, feita pelo fotógrafo Rubens Vieira.

As apresentações ocorrem nos dias:

 26 e 27 às 21h00

         28 às 15h00

         29 às 18h00

O ingresso é um livro não-didático.

Local: Teatro Uninter – Rua Dr. Muricy, 1088.

 

 

Escrito por Waléria Pereira às 15h57
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12/03/2009


Festa RGB

Festa RGB de Comunicação Social da Facinter.

    Aconteceu no sábado (07), a terceira festa RGB - Red, Green e Blue (Vermelho, Verde e Azul) dos calouros de Comunicação Social da Facinter no Jokers, com Chope liberado.
    O coordenador do curso Gustavo Lopes foi o primeiro a chegar e nos contou sobre o nome da festa. “Queria um nome rápido e simples e que caracterizasse a festa. Com as cores localizamos os alunos, é bacana por que facilita na comunicação”, diz.
Este ano a festa RGB teve um diferencial, que foi uma equipe de alunos recrutados para fazer a cobertura da festa, e a gravação de um DVD. Alexandre Gasparini fotógrafo profissional e aluno do 4º período de jornalismo, e Johnny Isac aluno do 3º período de Produção Editorial e Multimídia, cuidaram das fotos. Guilherme Rivarolli aluno do 5º período de jornalismo fez as apresentações do DVD e entrevistas com o público que estava no local. Julio Cezar Siqueira fez a captação de imagens. Eu Waléria Pereira, aluna de jornalismo no 4º período participei com a cobertura jornalística.
Já com alguns alunos no local, as 21h00 iniciaram as entrevistas. Guilherme Rivarolli abordou as pessoas sem nenhuma formalidade, e deixou o público a vontade para responder seus questionamentos.
     Adriana Amaral nova colaboradora do curso de comunicação social da Facinter, foi uma das Djs da noite, e tocou sons diversificados entre anos 80, 90, Rock e atualidades. Adriana contou um pouco sobre seu novo trabalho na faculdade e sua participação na festa. “A receptividade está melhor do que eu pensava. A movimentação com o portal de comunicação está muito boa. Estou gostando muito. Como DJ, cada vez que toco é diferente, vou selecionar as músicas na medida que as pessoas vão ouvindo”.
    No decorrer da entrevista encontrei o amigo de um dos alunos, Juan Diego, que faz Design na UFPR (Universidade Federal do Paraná). Ele já participou da festa anterior e diz ter gostado bastante. “Já vim na outra festa e foi bacana por estar uma banda tocando, mas essa com Dj eu queria saber como seria”.
    Nessa RGB, houve uma diversidade de pessoas, desde alunos de outras universidades, frequentadores do Jokers, cariocas, e amigos de alunos – futuros veteranos, quem sabe! Todos os entrevistados mostraram entusiasmo com a participação e organização da festa e do curso.
Johnny que está no 4º período de PP-Publicidade Propaganda e Marketing fez 1 ano e meio do mesmo curso em outra universidade aqui em Curitiba. Quando decidiu mudar de faculdade não conhecia a Facinter. Hoje mostra sua satisfação: “Aqui as pessoas são mais humildes, e hoje eu tenho outra visão sobre a Facinter”.
     A Caloura Ana Paula do curso de PP- Publicidade Propaganda e Marketing, participou da festa com o irmão João Gabriel do 2º período de Jornalismo, “Estou gostando bastante da festa e do curso”, diz.
    O aluno de Produção Editorial e Multimídia, Allan Reis, participou de todas as festas dos Calouros RGB. Ele conta que ela tem melhorado a cada ano, com a participação efetiva dos alunos na caracterização das cores. 
    A RGB passou das 04h00.

Escrito por Waléria Pereira às 15h55
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